Fundo Escuro

                            Hubble Space Telescope

Recently the Hubble Space Telescope completed 25 years of service.
Here is a short history about it.


When we look at the sky at night we see the familiar twinkle of stars. But stars don’t really flicker. The universe is absolutely transparent and the light can travel for hundreds, millions and even billions of years unchanged. But in the last few microseconds before it reaches our eyes it has to cross the atmosphere with its layers of air, water vapor and dust in constant movement, which blurs the vision of the universe. That’s why for many years, astronomers around the world dreamed of a space observatory, free from atmosphere distortions. As early as 1923, the  German rocket scientist Herman Oberth, suggested a space-based telescope. However it took decades before technology reached a stage for this dream come true. The American astronomer Lyman Spitzer proposed a realistic plan for a space telescope in 1946. From a position above Earth’s atmosphere a telescope would be able to capture the weakest light from distant space objects before it was distorted by atmosphere movement. The result would be the clearest images of universe ever seen. In the 1970’s, NASA- National Aeronautics and Space Agency- and ESA- European Space Agency- began working together to design and build what would be the Hubble Space Telescope. The name is a tribute to Edwin Hubble, the founder of modern cosmology- who in the 1920’s proved that not all we see from Earth is within the Milky Way. Instead, the universe goes far, far beyond. Hubble’s work changed our perception of mankind’s place in the universe forever, and naming the most magnificent telescope of all times as “Hubble” was more than appropriate. After two decades of dedicated work from many companies around the world, the telescope was ready and on April 24, 1990, five astronauts took it into orbit 600Km above Earth’s surface. The telescope is about 16 meters long. Free from atmosphere’s interference, Hubble has since then, produced hundreds of images of the universe with a clarity never seen before. It has more than 3000 sensors that give technicians full control of all its complex functions. Pointing Hubble for ten days to the same place in space may sound strange, but this is called “deep filed observation”. It makes possible to capture the weakest light of very small and distant objects. When astronomers looked at the results they got astonished. They could see more than 300 galaxies with millions of stars in that part of universe that seemed empty before Hubble.

The Hubble Deep Field photos are likely to remain the deepest image of the universe for the next years, until an ESA Ariane rocket launches the James Webb telescope in next decade.In more than 20 years Hubble has taken more than 500,000 photos of the universe and created a visual heritage that has changed the way humanity look at it. You can find more information and hundreds of photos in the Hubble site

www.spacetelescope.org

Documentary about Hubble

 

Recentemente o Telescopio Espacial Hubble completou 25 anos de serviços.
Aqui esta uma pequena historia sobre ele.

Quando olhamos para o céu à noite vemos o cintilar das estrelas. Mas as estrelas na verdade não piscam. O universo é absolutamente transparente e a luz pode viajar por centenas, milhões ou bilhões de anos imutável. Mas nos últimos microssegundos antes de atingir nossos olhos, ela tem que cruzar a atmosfera terrestre com suas camadas de ar, vapor d’água e poeira em constante movimento, o que turva a visão do universo. É por isso que por muitos anos os astrônomos sonharam com um observatório espacial, livre das distorções da atmosfera. Já em 1923 o cientista alemão Herman Oberth sugeriu um telescópio baseado no espaço. No entanto levou décadas ate a tecnologia alcançar um estágio capaz de realizar esse sonho. O astrônomo americano Lyman Spitzer propôs um plano realista para um telescópio espacial em 1947. De uma posição acima da atmosfera terrestre um telescópio poderia captar até mesmo a mais fraca luz de objetos espaciais pequenos e distantes antes de ser distorcida pelo movimento da atmosfera. Os resultados seriam as imagens do universo mais claras jamais vistas. Nos anos 70 a NASA e a ESA- começaram a trabalhar juntas para projetar e construir o que seria o telescópio espacial Hubble. O nome é uma homenagem a Edwin Hubble, o fundador da moderna cosmologia, que nos anos 20 provou que nem tudo que se vê da Terra está dentro da Via Láctea. Em vez disso, o universo vai muito, muito mais longe. O trabalho de Hubble mudou nossa percepção do lugar da humanidade no universo para sempre e dar seu nome ao mais magnífico telescópio jamais construído foi mais do que apropriado. Após duas décadas de trabalho dedicado de muitas empresas ao redor do mundo, o telescópio ficou pronto e em 24 de abril de 1990 ele foi levado por cinco astronautas á sua órbita 600 km acima da Terra. O telescópio tem cerca de 16 metros de comprimento. Livre da interferência atmosférica, o Hubble tem desde então produzido centenas de imagens do universo com uma clareza nunca vista. Ele tem mais de 3000 sensores que dão aos técnicos na Terra total controle de suas complexas funções. Apontar o Hubble para um mesmo local durante dez dias pode parecer estranho, mas isto é chamado “observação de campo profundo”. Isso torna possível capturar a mais fraca luz de objetos muito pequenos ou muito distantes. Quando os astrônomos olharam o resultado eles ficaram espantados. Puderam ver mais de 300 galáxias naquela parte do universo que parecia vazia antes do Hubble.

As fotos de campo profundo do Hubble provavelmente permanecerão pelos próximos anos, as mais profundas imagens do universo, até que a ESA lance o telescópio James Webb na próxima década. Em mais de 20 anos o Hubble tirou mais de 500.000 fotos do universo e criou uma herança visual que mudou o modo da humanidade olhar para ele. Você pode encontrar mais informação e centenas de fotos no site do Hubble em:

www.spacetelescope.org