Fundo Escuro

                          

The Computer Delusion
Please don't misunderstand us. We are not against the use of computers. We are against the fool idea that they can replace serious dedication to studying.

There is no good evidence that most uses of computers significantly improve teaching and learning, yet school districts are cutting programs - music, art, physical education - that enrich children's lives to make room for this dubious nostrum, and with credulous and costly enthusiasm,
By Todd Oppenheimer.

In 1922 Thomas Edison predicted that "the motion picture is destinated to revolutionize our educational system and ... in a few years it will supplant largely, if not entirely, the use of text books ". Twenty three years later, in 1945, William Levenson, the director of the Cleveland public schools radio,claimed that " the time may come when a portable radio receiver will be as common in the classroom as is the blackboard". Forty years after that the noted psychologist B.F. Skinner, refering to the first days of his "teaching machine", in the late 1950s and early 1960s, wrote, "I was soon saying that with the help of teaching machines and programmed instruction, students could learn twice as much in the same time and with the same effort as in a standard classroom".
Ten years after Skinner's recollections were published, President Bill Clinton (president of USA from 1993 to 2001)campaigned for " a bridge the the twenty-first century ... where computers are as much a part of classroom as blackboards". Clinton was not alone in his enthusiasm for a program estimated to somewhere between $40 billion and $100 billion over next five years. Speaker of the House Newt Gingrich, talking about computers to the Republican National Commitee early this year, said, "We could do so much to make education available twenty-four hours a day, seven days a week, that people could literally have a whole different attitude toward learning" 

Today, after all these years, it seems those dreams didn't work rigth. People are still a bit lazy about studying and the computers , instead of  becoming a learning tool, is seem more as something to have fun with. Young stundents trend to see then as a source of answers for their work, not alwas acuratte, lets recognize. Computers can be great tools but nothing in this world replaces real knowledge.

It still remains truth that " The best way of learning is by studying, there's no magical solution"

A desilusão do Computador
Por favor não nos entenda mal.Não somos contra o uso de computadores. Somos contra a tola ideia de que eles podem substituir a dedicação séria aos estudos.


Não ha boa evidencia de que a maioria dos usos do computador melhore de modo significativo o ensino e o aprendizado, ainda assim escolas estão cortando programas - musica, arte, educação física - que enriquecem a vida das crianças para abrir espaço a esta dubious  nostrum (nossa duvida), com entusiasmo crédulo e dispendioso.
Por Todd Openheimer

Em 1922 Thomas Edison previu que "O filme esta destinado a revolucionar nosso sistema educacional e ... em poucos anos ele vai suplantar largamente, se não inteiramente, o uso de livros texto". Vinte e três anos depois, em 1945, William Levenson, o diretor das rádios das escolas publicas de Cleveland, declarou que "pode vir um tempo quando um receptor portátil de radio será tão comum na sala da aula quanto o quadro negro". Quarenta anos depois que o notável psicologista B.F. Skinner,referindo-se aos primeiros dias de sua "maquina de ensinar" , no final dos anos 1950 e inicio dos anos 1960, escreveu,"Eu estava logo dizendo que com a ajuda das maquinas de ensinar e de instruções programadas, os estudantes poderiam aprender o dobro no mesmo tempo e com o mesmo esforço, do que na sala de aula padrão".
Dez anos depois que as lembranças de Skinner foram publicadas, o presidente Bill Clinton(presidentre dos USA de 1993 a 2001) fez campanha por "uma ponte para o século 21 ... onde computadores são parte da sala de aula tanto quanto os quadros negros". Clinton não estava sozinho em seu entusiasmo por um programa estimado entre $40 bilhões e $100 bilhões de dólares.
O representante da Casa Branca Newt Gingrich, falando sobre computadores ao Comitê Republicano Nacional disse, “Nós poderíamos fazer tanto para tornar a educação disponível vinte e quatro horas por dia, sete adias por semana, que as pessoas teriam uma atitude diferente em relação ao aprendizado".


Hoje, depois de todos esses anos, parece que aqueles sonhos não funcionaram. As pessoas ainda são um tanto preguiçosas a respeito de estudo e o computador, em vez de se tornar ferramenta de aprendizado, é visto mais como algo para se divertir. Jovens estudantes tendem a vê-los como fonte de respostas para seus trabalhos, nem sempre muito precisas reconheçamos.
Computadores podem ser ótimas ferramentas, mas nada neste mundo substitui conhecimento verdadeiro.

Ainda continua verdade que "O melhor meio de aprender é pelo estudo, não há solução mágica"